Museu Nacional de Imigração e Colonização (MNIC)

Instalado no histórico “Casarão” (Maison de Joinville), construído em 1867, o museu é dedicado a preservar a história da imigração no sul do Brasil. Seu acervo inclui objetos de uso pessoal, ferramentas de trabalho, fotografias e documentos que narram a vida dos colonos. O complexo conta ainda com uma casa enxaimel e áreas técnicas.
R. Rio Branco, 229 - Centro, Joinville - SC
Terça a domingo, das 10h às 16h
A cidade foi colonizada por alemães, suíços e noruegueses e o Museu da Imigração guarda um acervo doado pelos primeiros imigrantes que chegaram em 1851, resgatando suas memórias e preservando sua história.
O Museu é composto por 5 áreas:
– A Maison: Que foi reaberta em 2024, ela possui 3 andares que contam a história dos imigrantes que colonizaram essas terras, a história do casarão e fala sobre e imigração que acontece até hoje em Joinville e Região.
– Casa Enxaimel: Que reproduz o modo de viver dos imigrantes. A técnica Enxaimel de construção é baseada na montagem de paredes com hastes de madeira encaixadas entre si, muito utilizada pelos imigrantes alemães.
– O Bosque: Com mesinhas em uma área muito arborizada, idela para piqueniques e contemplação da vegetação local.
– Espaço Expositivo Saberes e Fazeres: Neste espaço aprendemos sobre as práticas laborais e conhecimentos técnicos dos imigrantes.
– Auditório Dona Francisca: Aberto somente para eventos.
As palmeiras da rua foram trazidas do jardim botânico do Rio de Janeiro e plantadas naquele local para agradar o príncipe de Joinville na França, o François Ferdinand, mas que nunca veio para a cidade! Confuso? Pois é, o francês François Ferdinand veio ao Brasil e conheceu uma linda brasileira, a princesa Francisca Carolina, filha de D. Pedro I.
Os dois se casaram e como dote de casamento o francês, príncipe de uma cidade chamada Joinville, na França, ganhou essas terras que se chamava à época Colônia Dona Francisca.
Para homenagear o francês, a colônia passou a se chamar Cidade de Joinville. O prédio do Museu da Imigração era a sede da empresa contratada pelo príncipe para cuidar e administrar a colônia de suas terras. O casal nunca esteve em Joinville, mas deixaram sua marca registrada na beleza da rua mais bonita e emblemática da cidade, a Rua das Palmeiras.








